Aumenta expectativa pela autorização de novos concursos em MG

Está previsto para ocorrer no próximo dia 04/09, mais uma reunião da Comissão de Orçamento e Finanças (COF). A Comissão é responsável por analisar vários assuntos, entre eles a autorização de concursos públicos solicitados por órgãos do Estado. Entre os mais esperados estão os concursos para oficial da Polícia Militar, oficial e soldado do Corpo de Bombeiros, delegado e escrivão da Polícia Civil.

Nas duas reuniões anteriores a COF adiou a autorização dos concursos públicos, mas com o crescimento da arrecadação registrado pelo Estado, com o aumento de impostos e criação de fundos, há grande expectativa de que agora os concursos sejam autorizados.

Se todos os concursos forem autorizados os candidatos terão a oportunidade de concorrer a mais de 1.000 vagas, sendo aproximadamente 60 vagas para oficial da PMMG (curso superior - Bacharelado em Direito), 30 vagas para oficial do Corpo de Bombeiros (ensino médio), 680 vagas para soldado do Corpo de Bombeiros (ensino médio), 100 vagas para Delegado de Polícia (curso superior - Bacharelado em Direito) e 300 vagas para escrivão de polícia (curso superior em qualquer área).

Além da autorização para a realização dos concursos públicos, a COF analisará também a possibilidade de convocação dos candidatos excedentes do concurso de soldado da PMMG e os excedentes do concurso de Investigadores da PCMG. 

O Deputado Cabo Júlio requereu a convocação de todos os candidatos excedentes do concurso de soldado da PMMG (cerca de 300 candidatos) e de mais 500 investigadores da PCMG.

Segundo o Parlamentar, apesar da vedação da Lei de Responsabilidade Fiscal sobre a contratação de novos servidores, pois o Estado atingiu o limite prudencial, a Lei autoriza a reposição de servidores que foram transferidos para a inatividade (se aposentaram), para repor o quadro de servidores das instituições. "A quantidade de policiais que se aposentaram nos últimos anos é muito grande, por isso, estamos confiantes na autorização do COF. Há a necessidade de reposição de efetivo, afirmou".