Mais de 15 denúncias diárias de agressão infantil são registradas em Minas

É verdade que nem todos os casos de denúncia são verídicos, mas o número de denúncias sobre agressões e maus tratos de crianças e adolescentes tem subido assustadoramente em Minas Gerais.

Pais despreparados sem a mínima condição de darem educação aos filhos e muito menos carinho, afeto e amor. Pais ainda jovens sem condições financeiras e psiquicas de criar e educar filhos estão se tornando comuns nos dias atuais e isso tem reflexos negativos a té mesmo sobre a criminalidade. É verdade que não podemos generalizar, pois, nem todos os casos de violência infantil tem como autores pessoas desprovidas de recursos financeiros ou de educação, mas esses são a maioria.

"Dois trágicos episódios que alarmaram Minas nos últimos dias são um retrato da violência contra crianças e adolescentes no estado. Em Sete Lagoas, a mãe acusada de jogar os filhos gêmeos de 1 ano e cinco meses pela janela de casa, no quarto andar de um prédio, não demonstrou arrependimento pelo crime. Em Juiz de Fora, uma mulher de 28 anos confessou ter asfixiado e espancado até a morte a sobrinha de 3 anos, por vingança contra a mãe. As duas ocorrências ajudam a engrossar preocupantes estatísticas da Secretaria de Direitos Humanos (SDH) da Presidência da República: de janeiro a outubro, foram notificados 4.616 registros de violência infantojuvenil em Minas – uma média de mais de 460 casos por mês, ou 15,3 por dia. Em todo o Brasil, foram 67,2 mil ocorrências, nos 10 primeiros meses de 2011. Minas é o quarto em número de notificações, atrás de São Paulo, Bahia e Rio de Janeiro." (trecho extraído do Estado de Minas)

"Os dados se referem às denúncias registradas no Disque Direitos Humanos, feitas pelo telefone, por meio do número 100, ou pela internet no site www.disque100.gov.br. A Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente da SDH fez a análise estratificada por tipos de agressão no primeiro trimestre. A conclusão é de que, em Minas Gerais, a maioria dos casos (36,1%) é de negligência. Em seguida, aparecem episódios de violência física e psicológica (34,6%), abuso sexual (21,3%), exploração sexual (7,6%) e pornografia (0,2%)." (Trecho extraído do Estado de Minas)

As perguntas que ficam são as seguinte: Se nossas criança estão tendo esse tratamento o que será do futuro dessa geração? com traumas físicos e psicológicos o que esperar do comportamento social dessas crianças quando adultas? Se vivem uma infância de violência qual será o reflexo de sua vida adulta?


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amparo familiar pra quem precisa por favor

Balas

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Att,
Polícia PELA ORDEM

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