Defesa Social apresenta novos alvos do programa Procura-se

Gil Leonardi/Secom MG
Alvos do programa Procura-se
Alvos do programa Procura-se
Foi lançada nesta quinta-feira (1º) a nova lista de alvos do Procura-se, programa criado pelo Governo de Minas com o objetivo de efetivar a prisão de criminosos de alta periculosidade por meio da participação da sociedade. Nesta segunda fase, o programa se estende para a Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).
secretário de Estado de Defesa Social, Lafayette Andrada, apresentou os novos alvos ao lado de representantes da 1ª, 2ª e 3ª Regiões Integradas de Segurança Pública (Risp). Parceria da Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), com a Polícia MilitarPolícia CivilCorpo de Bombeiros Militar e Instituto Minas pela Paz, o programa visa qualificar a presença das polícias nas regiões de vulnerabilidade social e potencializar a retirada de circulação de indivíduos prioritários para o sistema de Defesa Social.
Para o secretário Lafayette Andrada, o programa se revelou um sucesso e a expectativa é que os bons resultados continuem na segunda fase. “O sistema de Defesa Social tem atuado de forma eficiente e o apoio da população é imprescindível nesse trabalho. Contamos com a colaboração da imprensa para divulgar os novos alvos e, da sociedade, para denunciar sua localização”, ressaltou.
Procurados

Em outubro, foi lançada a primeira lista do projeto, com 12 alvos da 1ª Região Integrada. Seis deles já foram presos. Nessa segunda fase, o programa mantém na lista de procurados os seis criminosos ainda não encontrados da primeira fase e acrescenta seis novos alvos, sendo três da 2ª Risp e os demais da 3ª Risp.
Figuram entre os novos alvos Paulo Ribeiro da Silva, procurado por homicídio, formação quadrilha e falsidade ideológica; Fernando Paixão da Silva, procurado por homicídios; Jonathan Fernando Pereira Guimarães, investigado por homicídios e tráfico de drogas; Gleisson Campos Gonçalves, procurado por homicídio e roubo a mão armada; Rodrigo de Souza Rodrigues Gonçalves, investigado por homicídio e tráfico de drogas; e Roni Peixoto de Souza, procurado por homicídio, posse e porte ilegal de arma de fogo, formação de quadrilha e tráfico de drogas.
Os outros seis alvos que se mantiveram na lista são Ademar Rodrigues de Souza, Fagner Marques Pereira, Wagner de Jesus, Mauro Moderau da Silva, Wagner Luiz da Silva e Josias Fernando Leite. Bruno Rodrigues de Souza (Quem-quem), Ângelo Gonçalves de Miranda Filho (Pezão), Carlos Henrique Edvandro, Mauro Pereira da Silva, Edna dos Santos Rodrigues e Roni França de Jesus foram capturados na primeira fase do programa.
Nessa segunda fase está sendo lançado também um hotsite (http://procurase.defesasocial.mg.gov.br/), contendo fotos e informações dos principais criminosos foragidos e com mandado de prisão em aberto. Esse hotsite vai potencializar a divulgação dos criminosos, para que a população passe as informações por meio do telefone 181, de modo a contribuir com a ação policial imediata de prisão ou de apuração/investigação dos casos.
Disque Denúncia
Para fornecer informações dos criminosos à Defesa Social, a sociedade deve utilizar o canal de comunicação 181 Disque Denúncia Unificado (DDU), um serviço consolidado que recebe mensalmente milhares de denúncias anônimas sobre crimes e sinistros. Através dessa ferramenta, o cidadão poderá comunicar sobre a localização dos indivíduos procurados: onde atuam, carro ou ônibus que utilizam, quem são seus comparsas, quais são seus horários, onde foram vistos, dentre outras informações que vão qualificar a atuação das polícias nas buscas desses criminosos.
O 181 Disque Denúncia, serviço unificado das Polícias Civil, Militar e Corpo de Bombeiros, é uma parceria do Instituto Minas Pela Paz (IMPP) com o Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), que tem como slogan "O importante é o que você diz, não quem você é". O serviço proporciona à população um canal aberto de comunicação para a realização de denúncias anônimas, contribuindo com o trabalho das forças policiais e do Corpo de Bombeiros Militar. O cidadão faz a denúncia por meio do telefone 181 e recebe uma senha para ter acesso ao resultado das investigações.
No mês de outubro, o DDU completou quatro anos de atuação. Ao longo desse tempo, o serviço tem se mostrado uma importante ferramenta de combate à criminalidade, resultando em um total de 208,9 mil denúncias encaminhadas às corporações – PM, PC e CBM. Em 2011, a média mensal foi de 6,5 mil denúncias recebidas. Em novembro de 2011, o serviço DDU atingiu o recorde de denúncias recebidas em um único mês, com um total de 7,4 mil ligações.
Fonte: Agência Minas


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Polícia PELA ORDEM

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