Fogo às margens da BR-040 desafia motoristas e ameaça viveiro do Ibama

 Estado de Minas
Esforço de brigadistas não evitou que pista ficasse encoberta (Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press. Brasil)
Esforço de brigadistas não evitou que pista ficasse encoberta

A combinação de calor acima da média histórica e de uma seca que já dura o equivalente a três meses na Grande BH serve como combustível para incêndios que ameaçam não só áreas verdes, mas se tornam um risco também para os motoristas. Nessa quarta-feira, no feriado em que muitos buscavam opções para escapar do sol quente e do tempo seco, quem tentou deixar a capital pela BR-040, na saída para o Rio de Janeiro, teve que encarar uma densa cortina de fumaça provocada pelo fogo que consumia a vegetação às margens da rodovia. Nos momentos mais críticos, a nuvem engoliu os veículos que trafegavam nos dois sentidos e transformou a travessia numa viagem às cegas, em trecho de pelo menos um quilômetro, em Nova Lima, região metropolitana. As chamas, além do risco grave de acidentes, ameaçaram casas e consumiram parte da mata do Ibama. O fogo chegou a pouco mais de 100 metros do criatório de pássaros do órgão federal, que abriga cerca de 300 aves, e a 50 metros dos muros do Condomínio Lagoa do Miguelão.



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