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PEC 300 foi tema de debate em Alagoas

A Proposta de Emenda à Constituição de número 300 (PEC 300) foi o principal tema do Fórum de discussões promovido pela Associação dos Subtenentes e Sargentos Militares de Alagoas (ASSMAL) nesta quinta-feira, 18, no Hotel Verde Mar, na praia de Pajuçara.
Durante o evento, representantes de associações militares e convidados de São Paulo, Sergipe e Brasília esclareceram dúvidas sobre os trâmites da PEC 300 e a candidatura de militares para os pleitos eleitorais.
Mulher de policial militar do Estado de São Paulo, Adriano Borgo é uma das maiores defensoras da PEC 300 no Brasil. “A PEC está mais viva do que nunca. Ela já foi aprovada em 1º turno e estamos pressionando para apreciação do 2º turno. Estamos trabalhando para que a proposta seja aprovada e não tenho dúvida que irá acontecer”, afirmou Borgo.
A PEC 300 cria um piso salarial para os policiais e bombeiros de todo Brasil. Nas últimas semanas, o clima esquentou na Capital Federal durante as sessões da Câmara Federal. Como forma de pressionar o Governo Dilma Roussef, centenas de bombeiros e policiais realizaram uma vigília na Câmara dos Deputados e ameaçaram invadir o Salão Verde da casa. Seis parlamentares deixaram a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado.
“Não é fácil, mas não vamos esmorecer. Temos a convicção que iremos superar esses momentos difíceis e isso só pode ser superado com lutas”, disse o presidente da ASSMAL, sargento Teobaldo de Almeida, em um discurso caloroso.
Se aprovada em 2º turno, a PEC será encaminhada para o Senado Federal para votação também em dois turnos.
Militares para cargos eletivos
Os policiais e bombeiros de todo país estão unindo forças para eleger militares nas esferas municipal, estadual e federal. Para o sargento Edgar Menezes, representante da Associação dos Militares do Estado de Sergipe, ainda falta conscientização política para que ocorram mudanças na tropa.
“Éramos escória da sociedade e quando acordamos, a população viu nosso poder em Sergipe. Hoje, o 1º sargento sergipano tem um salário igual a um tenente em Alagoas. Para isso, temos que ter uma cadeira seja no Poder municipal, estadual ou Federal, pois até para se construir casas voltadas para militares precisamos que uma lei seja aprovada na Câmara Municipal e se tivermos um representante lá, nossos direitos serão defendidos. Militares no parlamento é necessidade e vamos fazer políticos militares em todo Brasil”, defendeu Edgar.
Fonte: Primeira Edição


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Att,
Polícia PELA ORDEM

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